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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Android: a segmentação de mercado vai afetar o futuro do sistema?

O sistema mais utilizado do mundo chegou a tal posição devido à troca de favores entre as fabricantes de smartphones e a Google.
Nessa relação, a dona do Android ganha com a popularização de seu software e com as tantas vendas na loja de apps. Já a Samsung, a LG, a Sony e todas as outras lucram com a venda de aparelhos.
Apesar de essa estratégia garantir o desenvolvimento uma série de gadgets que atendem a diversas necessidades de públicos com diferentes poderes aquisitivos, a falta de controle na distribuição do sistema acabou prejudicando o consumidor.
Hoje, temos um mercado completamente segmentado. As pessoas adquirem um aparelho pensando que vão obter bom desempenho por um longo período, mas, na prática, acabam vendo seus aparelhos desatualizados e abandonados pelas fabricantes.
A dúvida que permanece é a seguinte: será que teremos aparelhos funcionais e desatualizados convivendo em harmonia? Neste pequeno artigo, vamos colocar essa e outras questões em pauta para debatermos sobre os problemas que isso vai gerar ao consumidor e como a Google poderá driblar tal inconveniente.

Seu aparelho é incompatível

De acordo com os dados oficiais da Google, coletados até 4 de setembro de 2013, o sistema Jelly Bean (versões 4.1 e 4.2) está instalado em 45% dos dispositivos ativados. Apesar de ser um bom número, 30% das pessoas ainda usam o Gingerbread. O Ice Cream Sandwich fica em terceiro lugar com quase 22% dos aparelhos.
Android: a segmentação de mercado vai afetar o futuro do sistema? (Fonte da imagem: Reprodução/Google)
Esses números provam que boa parte das fabricantes conseguiu atualizar seus produtos, garantindo que o consumidor use uma versão do Android mais moderna (e capaz de rodar múltiplos apps). Entretanto, mesmo tendo o Android 4.1 ou 4.2 instalado, nem todos os apps são compatíveis com todos os gadgets.
Recentemente, testamos o HP Slate 7 (produto que foi lançado neste ano) e verificamos que mesmo com o Android 4.1, este tablet não é compatível com o Instagram. Diversas pessoas passam pelo mesmo tipo de problema com outros programas e não podem fazer nada devido à falta de atenção das fabricantes de seus respectivos celulares.

A Google trabalha em ritmo acelerado

Às vezes, esse problema de segmentação é atribuído a Google, a qual não toma providências para resolver a situação. Contudo, devemos notar que a desenvolvedora do Android vem caprichando para manter o sistema atualizado com novos recursos e melhorias de segurança e desempenho.
Atualmente, o Android está na versão 4.3, a qual é compatível com a maioria dos aparelhos da linha Nexus. O sistema também é compatível com outros tantos produtos top de linha, mas a demora da Samsung e de outras empresas para inserir suas interfaces e apps acarreta em uma longa espera pela atualização dos produtos.
Android: a segmentação de mercado vai afetar o futuro do sistema? (Fonte da imagem: Reprodução/Google)
Podemos colocar aqui que, talvez, para alavancar a venda de novos aparelhos, algumas empresas trabalhem justamente pensando na obsolescência programada. Afinal, um gadget com sistema antigo perde quase toda sua utilidade devido aos requisitos de novos apps e jogos.
Claro, devemos considerar que parte do problema está na desatualização do hardware dos aparelhos antigos. Entretanto, as fabricantes poderiam otimizar o sistema para garantir as atualizações e satisfazer seus consumidores.

Um doce na manga!

Apesar de todas essas questões existirem e muitos consumidores estarem frustrados com seus Androids modestos, pode ser que a Google tenha uma solução vindo aí. A próxima versão do Android é a Kit Kat e deve ser apenas para aparelhos top de linha, mas, se os boatos forem reais, pode ser que muitos celulares antigos possam receber o Android 5.0
Android: a segmentação de mercado vai afetar o futuro do sistema? (Fonte da imagem: Reprodução/away)
De acordo com o TechDomino, o futuro sistema pode ser baseado no Kernel 3.8 do Linux. Deixando os detalhes mais técnicos de lado, devemos ressaltar que esta atualização no núcleo do sistema pode garantir a funcionalidade do software em celulares com apenas 512 MB de memória RAM.
Por ora, tudo não passa de boato, mas há chances de a Google fazer algum movimento nesse sentido, afinal, a empresa tem grande responsabilidade nessa questão da compatibilidade e do aperfeiçoamento do Android. Você usa Android? Seu aparelho conta com a versão 4.3? O que você pensa a respeito dos tópicos abordados? Deixe seu comentário!

sábado, 7 de setembro de 2013

Google Glass ganha controle remoto

Apesar de fazer parte das tecnologias chamadas "vestíveis", o Google Glass ganhou um controle remoto. Segundo o "The Verge", a empresa teria notado que os comandos de voz e movimentos com a cabeça não seriam tão práticos como os recursos de smartphones que as pessoas já estão acostumadas a usar. 

A nova versão do aplicativo para Android MyGlass permite que as pessoas controlem os óculos conectados com seus smartphones. A descrição do app informa que você pode visualizar toda a interface do Glass em seu celular e enviar comandos a ele. Na Google Play, no momento desta reportagem, o MyGlass já foi avaliado com cinco estrelas por mais de 300 internautas - lembrando que o Google disponibilizou pouco mais de 2 mil unidades do Glass apenas para desenvolvedores.

Em um smartphone com sistema Android, será possível tirar fotos, gravar vídeos e compartilhar conteúdos em redes sociais. Se você já possui uma edição dos óculos conectados, baixe o app e faça o teste. Entretanto, uma reportagem do "Engadget" informa que o Google Glass pode precisar de uma atualização para ter suporte ao novo aplicativo de controle remoto.

Vale lembrar que o Google anunciou nesta semana que irá criar uma loja de aplicativos exclusiva para o Google Glass no ano que vem. Por enquanto, todos os apalicativos para o dispositivo são gratuitos. Atualmente, é possível encontrar apps para o Glass em diversos diretórios na internet.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Foursquare lança Radar, recurso que sugere check-in nas notificações

Radar é o nome de uma nova funcionalidade do Foursquare que basicamente monitora a localização do usuário e, a partir dela, sugere check-ins em notificações. A novidade ainda está em testes e somente 2 mil pessoas com aparelhos rodando Android receberam o recurso até agora. A função, entretanto, deve ir ao ar no app público em breve.
Novidade do Foursquare ainda está sendo liberada aos poucos (Foto: Arte / TechTudo)Novidade do Foursquare ainda está sendo liberada aos poucos (Foto: Arte / TechTudo)
O funcionamento do Radar é simples: ao entrar em um restaurante onde você nunca deu check-in no Foursquare, por exemplo, o aplicativo identificará onde você está e vai emitir um alerta para que você marque sua presença no local. Além da notificação, será exibido informações sobre o lugar, como reviews de outros usuários.
A novidade foi anunciada pela própria companhia nesta quinta-feira (29). O CEO do Foursquare, Dennis Crowley, revelou que esta sempre foi uma ideia da empresa. O problema é que, quando o aplicativo foi lançado há alguns anos, ainda não havia uma tecnologia tão avançada quanto a atual para permitir este tipo de serviço. Agora, com a nova geração de smartphones, ele é totalmente possível.
“O Radar foi criado para representar a visão da companhia: um serviço que, assim que você caminha, faz com que você descubra coisas que não conheceria de outra forma. Mas as baterias e tecnologia de geo-localização ainda não estavam ainda tão avançadas quando lançamos o app. Nos últimos 10 meses, trabalhamos para que isso saísse do papel com os aparelhos que temos atualmente”, explicou o executivo.